• Final de ano, agenda cheia

    Final de ano, agenda cheia
    (Foto: Unsplash. com, by Nik MacMillan)

    Final de ano chegando, agenda cheia.

    Não é assim? Amigo secreto do grupo da faculdade, churrasco da galera do clube, dos amigos de infância do marido, da esposa...

    Em meio a tantos eventos sociais, está aberta a temporada de “festas na firma”. Conheço várias pessoas (já tenho em mente uns 5 nomes, rsrs) que morrem de preguiça e que já estão preparando a desculpa para não aparecer.

    Mas será que ficar de fora é mesmo o melhor caminho? A minha opinião é que, a menos que isso seja realmente desconfortável para você, repense.

    Não participar pode passar a mensagem de que você não se importa com as pessoas, não valorizou o convite. Ou, ainda, você pode ficar com a imagem daquele que não se mistura. Além disso, já diz a máxima: “quem não é visto, não é lembrado”.  É importante marcar presença, mesmo que por pouco tempo. Aproveite essa oportunidade para conhecer melhor as pessoas, aproximar-se de contatos interessantes e até mesmo para celebrar as conquistas com seus colegas ou parceiros.

    Parei para pensar os principais motivos e preocupações que deixam as pessoas com vontade de boicotar as confraternizações de trabalho. Espero que isso possa te motivar:

    • entenda o contexto, para acertar no traje. Estar elegantemente bem vestido, significa estar adequado. Mesmo que o traje não esteja especificado, o local e o horário já dão o tom (ex.: churrasco numa chácara ou coquetel numa casa de eventos);
    • verifique para quem é oferecido o convite. Algumas vezes, é oferecido também para o cônjuge e/ou filhos;
    • mesmo que o evento seja descontraído e informal, evite roupas que fujam demais do nível de formalidade da sua empresa;
    • você não precisa ser o primeiro a chegar nem o último a sair. Fique o tempo que se sentir confortável.

    Como disse anteriormente, essa pode ser uma excelente oportunidade de estreitar laços e conhecer outras pessoas. Para que isso aconteça, evite ficar a festa toda conversando com o mesmo grupo de sempre. Ao mesmo tempo, fique atento ao nível de interesse do seu interlocutor para não ser inconveniente.

    Se você estava pensando em declinar do convite desse ano, espero que você realmente possa reconsiderar, mas que o faça sem sofrimento e que possa usar esse momento para reforçar uma imagem positiva entre o seu círculo de relacionamento profissional. Desejo, ainda, que seja divertido. Afinal, cada um de nós sabe o valor do nosso tempo!

    Texto de Karla Giacomet, consultora de imagem e marca pessoal

  • Os três níveis de apego. Descubra qual é o seu!

    Os três níveis de apego. Descubra qual é o seu!
    (Foto: reprodução cnbb.org.br)

    “Conta a lenda que um monge precisava atravessar um rio para encontrar seu guia e, como não sabia nadar, construiu um pequeno barco. Era um barquinho lindo que ele mesmo pintou, adornou com esculturas e deu um nome. Quando atravessou o rio, teve tanta pena de deixá-lo que o colocou nas costas. Porém, subindo a montanha em direção ao seu mestre, tamanho era o peso do barco que o monge sucumbiu e morreu no caminho. Muitas vezes, o que deveria ser somente uma ponte, uma transição, acaba se tornando uma carga porque não queremos deixar nada para trás. E isso gera um peso. Quantas coisas não carregamos além do que deveríamos, sem necessidade? O que já não serve mais, deixemos para trás.”

    Li esse pensamento no livro Autocontrole Emocional, de Akbar, e imediatamente pensei em quão importante é uma das etapas mais temidas do processo de consultoria de imagem pessoal: a revitalização do guarda-roupa. O momento de reaproveitar e também de desapegar.

    Ao longo de minha experiência como consultora de imagem pessoal, tendo visitado inúmeros guarda-roupas, percebi que, normalmente, esse é um lugar que tem muitas histórias e desejos para contar. Nesse aspecto, identifico três perfis de pessoas: 1) as que querem viver suas histórias atuais, mas ficam presas em histórias passadas, com peças que não deixam liberar espaço para o que poderia ser melhor, 2) as que querem viver suas histórias atuais, mas se auto-sabotam com peças que não as fazem se sentir bem e 3) as que valorizam viver as suas histórias atuais da forma mais intensa possível, fazendo do seu closet um aliado nessa jornada. O último perfil é o mais desapegado. Quando a pessoa consegue atingir esse nível de consciência quanto ao guarda-roupa, sente uma sensação de leveza e positividade que só traz boas consequências.

    A partir do momento em que nos permitimos desapegar, abrimos espaço para coisas que são mais importantes em nossa vida e que, de fato, nos permitem evoluir. Falando de guarda-roupa, as peças que nos fazem nos sentir bem são aquelas que devem ficar mais visíveis. Quanto às histórias, o mais valioso de tudo é manter as histórias vivas na memória.

    Não deixe as suas roupas contarem a sua história, deixe que você conte a história delas.

    Em outro livro, A Mágica da Arrumação, Marie Kondo diz que a melhor maneira de fazer a triagem do que fica e do que sai é segurar cada item e indagar: “isso me traz alegria? Se a resposta for afirmativa, guarde. Caso contrário, descarte a peça.” Aliás, permita que ela traga alegria a outra pessoa.

    Eu, Dani, faço uma revisão geral em tudo o que tenho no guarda-roupa e na minha casa a cada 6 meses. Guardo algumas lembranças materiais, mas são poucas e só permanecem aquelas que me fazem bem hoje. Essas sim são as mais importantes!

    E você, já fez o seu desapego de início de ano?

     

  • Ugly fashion: o papel do "feio" na moda e no seu guarda-roupa

    Ugly fashion: o papel do "feio" na moda e no seu guarda-roupa

    De acordo com o dicionário, moda é o “uso passageiro que rege, de acordo com o gosto do momento, a maneira de viver, de vestir etc; fantasia, gosto, maneira ou modo segundo o qual cada um faz as coisas”. E beleza é “perfeição agradável à vista, e que cativa o espírito; característica do que ou de quem provoca admiração e/ou de identificação por seu conteúdo".

    Apesar dos significados diferentes, moda e beleza são conceitos que, em geral, são interpretados equivocadamente como complementares. Muitos acreditam que, se algo foi criado por um estilista, faz parte de uma coleção famosa, foi protagonista nas passarelas ou caiu no gosto de famosos modelos, deve ser obrigatoriamente um artigo enquadrado no seu ideal de beleza. E não é bem assim.

    No último ano, essa discussão veio à tona quando algumas marcas muito renomadas aderiram ao conceito ugly fashion em suas coleções, com peças que chamam a atenção por causarem algum desconforto visual e serem consideradas "feias". Uma que temos visto bastante é o ugly sneaker ou dad sneaker, que entrou nas passarelas de marcas como Louis Vuitton e Balenciaga e hoje estão disponíveis nas vitrines de várias lojas.

    Para quem não se conforma com essa tendência, há várias reflexões e explicações para ela. Para o jornalista Marc Bain, do portal internacional de notícias Quartz, a beleza se tornou tão básica que o único lugar possível para o fashion é a feiura. A verdade, ainda de acordo com o jornalista, é que definir o que é feio é mais difícil do que definir o que é belo. Essa complexidade, que vive na compreensão subjetiva de cada um, mas que causa algum grau de desconforto em todos, é o que constrói o imaginário do feio na moda e concretiza sua manifestação como arte.

    Já um artigo da Business Insider aponta dois motivos principais para a ascensão desse controverso fashion. O primeiro é a preferência por roupas e calçados confortáveis, motivo que garantiu sucesso e estabilidade para marcas como Crocs. O segundo mora na afirmativa It's finally cool to be uncool. Para toda tendência existe uma contra tendência de igual força e valor cultural. Em um mundo vaidoso, repleto de feeds de Instagram impecáveis e belezas inquestionáveis, tem atitude mais radical e desobediente do que representar o feio? O mais irônico a respeito disso é que eventualmente o protesto vira tendência, que em algum momento alcança o gosto geral e, por consequência, acaba perdendo o fator rebeldia e indisciplina no caminho!

    Ainda que a origem do movimento seja genuína e que as primeiras aparições tenham gerado reações avessas, o movimento acaba perdendo seu propósito na mesma medida que passa a ser amplamente consumido. É uma conta simples: o lucro vem, mas não legitima.

    No fim, algo não se pode negar: o ugly fashion é a prova de que a autoconfiança é o melhor look e que cada peça de roupa deve ser escolhida para favorecer quem a usa. Feio ou bonito, harmônico ou esquisito, o guarda-roupa tem a única e importante missão de contribuir na comunicação da nossa personalidade e de como queremos ser percebidos. Nenhuma mensagem, seja tendência ou contracultura pode dominar a nossa própria mensagem ou quem somos essencialmente.  A moda deve ser meio e nunca fim.

     

  • Ser chique. Uma questão de atitude.

    [caption id="attachment_449" align="aligncenter" width="620"]Crédito: Getty Images Crédito: Getty Images[/caption]   “Chique” é uma palavra cuja interpretação depende de referências pessoais. O que é chique para mim pode não ser chique para você, pois o nosso ambiente de convivência é o que define esse termômetro. Por isso, sempre digo que chique também é saber olhar o espaço aonde vamos e saber nos adequarmos a ele, levando em consideração o ambiente e as pessoas que lá estarão. Mesmo assim, sabendo se adequar, ainda é normal chegarmos a alguns lugares e ouvir “como você está chique”. Essa é a versão banalizada da palavra, que pode dar a entender que a pessoa passou do ponto, quando na verdade, só está recebendo um elogio por estar bem arrumada. Mas a melhor definição de chique que já vi é essa retratada no trecho extraído do livro “A quem interessar possa”, de Gilka Maria. De certo modo, ele reflete um pouco da essência da consultoria de imagem – que vai além da aparência – e vai ao encontro do que eu acredito e procuro transmitir. Nunca o termo ‘chique’ foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente. Basta abrir qualquer das revistas semanais especializadas em burburinhos para ver as mais diferentes figuras reduzidas à mesma tribo: a dos “absolutamente chiques”. Para isso, basta ter (ou parecer ter) uma gorda conta bancária, um apartamento projetado por um arquiteto específico e, claro, frequentar as festas certas e os restaurantes da moda. É tiro e queda. Daí pra virar celebridade é um pulo. Celebridade “chique”, lógico. Mas a verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique, é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas. Muito mais que um belo carro alemão. O que faz alguém ser verdadeiramente chique não é quanto essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta. Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção por suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da conta. (...) Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom-dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar o aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Nada mais feio que parecer uma vitrine ambulante. Chique mesmo é olhar no olho de seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiver sentado à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia. Chique mesmo é honrar sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado. (...) Chique mesmo é ter boa conversa, cultura geral e um pretinho básico no armário. Mas, pra ser chique, chique m-e-s-m-o, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos pro mesmo lugar. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!” Chique é estar bem consigo mesmo. É conseguir expressar o seu melhor para o mundo e com isso contagiar positivamente aos outros e a si mesmo. É amar a si para conseguir amar ao próximo. Chique é respeitar as diferenças e sorrir. Acreditar que ninguém é melhor nem pior do ninguém, por que cada um é melhor que o outro naquilo que sabe fazer e do jeito que sabe fazer. Que em 2018 sejamos todos mais chiques!
  • Quando o profissional se destaca, logo se percebe

    [caption id="attachment_442" align="aligncenter" width="620"]Imagem: reprodução batenborch.com Imagem: reprodução batenborch.com[/caption]   Ultimamente, tenho usado muito os serviços Uber e Cabify. Entre idas e vindas, aproveito o meu tempo de deslocamento para checar mensagens, conferir e-mails, redes sociais, o que me faz permanecer mentalmente distante durante o trajeto. Apesar disso, na semana passada, vivi uma situação diferente. Não lembro ao certo como a conversa começou, mas o sr. José (nome fictício para preservar sua identidade) fez algum comentário que rapidamente me fez deixar o celular de lado para conversar. Era uma terça-feira, 18h, e ele me contou que aquela era uma de suas poucas corridas do dia, já que havia começado a trabalhar às 17h e iria somente até as 19h. O motivo: logo que começou a trabalhar no aplicativo, ele passou a registrar todas suas corridas (dia, horário e trecho) e, em poucos meses, conseguiu criar uma planilha que o permitiu analisar os períodos de maior rentabilidade para trabalhar. Como terça-feira costuma sempre ser um dia de baixo movimento, vale a pena acionar o aplicativo somente ao fim do dia. Dessa forma, ele aproveita melhor o seu tempo com outras atividades. - Que outras atividades, sr. José? - Eu sou voluntário em uma ONG com o propósito de difundir a cultura italiana no Paraná, ensinando a minha língua nativa a crianças que não têm condições de pagar por esse estudo. Então eu aproveito as corridas para divulgar a ONG, contando aos passageiros sobre a minha atuação lá. Aceita uma castanha? - Nossa, que chique, sr. José! Muito obrigada. - Eu sempre tenho algo assim no carro para oferecer (além de água e bala), porque nesse horário as pessoas normalmente estão saindo do trabalho com fome e isso dá uma enganada no estômago. Eu gosto muito do que faço aqui e quero que as pessoas tenham uma lembrança boa do percurso que fizeram comigo. Tempos atrás teve um show na Pedreira, estava chovendo, e eu levei capas de chuva descartáveis porque sabia que os passageiros iam precisar ao sair do carro e também poderiam usar durante o show. - O sr. é fora da curva, sr. José! Tem a visão de administração, sabe usar essa oportunidade do aplicativo como ferramenta para divulgação da ONG e ainda tem o olhar apurado para o consumidor. De onde vem tudo isso? - Sou aposentado, já fui diretor de empresa estatal e hoje sou conselheiro de uma empresa. Faço isso porque gosto e porque é uma forma de manter financeiramente o carro, que ficaria parado na garagem dando apenas prejuízo. Você deve estar se perguntando onde eu quero chegar com essa história. Quero dizer que o sr. José é um case de marca pessoal. Soube usar toda a sua experiência profissional para tornar mais inteligente e produtiva a sua passagem pelo aplicativo. Para desempenhar a função de motorista, ele precisaria apenas de um carro e de uma carteira de habilitação. Porém, o que ele faz além disso é o que lhe rende seu maior destaque: visão de negócio, postura adequada, imagem pessoal completamente alinhada e um verdadeiro propósito guiando a sua atividade. Ele se valoriza como profissional, tem consciência da sua entrega e gera uma experiência positiva a todas as pessoas que entram em seu carro esperando passar por apenas mais uma corrida. Um exemplo de que a diferenciação nem sempre vem do currículo, e sim da atitude. O caso tem tudo a ver com a matéria que a minha querida amiga Deize Andrade, especialista em Estratégia de Marca Pessoal, publicou na mesma semana do ocorrido e reproduzo abaixo na íntegra:   “Se não lhe conhecem, não lhe reconhecem! Menos ainda, vão lhe escolher!” Coisa que sempre ouvi muito nas empresas onde trabalhei foi reclamação do tipo "eu me dedico e não me reconhecem", "estou aqui dando o sangue pela empresa e eles nem veem". Você já ouviu isso? Ou, quem sabe, é você mesmo quem chora? Eu também tive uma fase assim. Só que um dia, no meio de um almoço, um diretor me disse para fazer um curso de vendas. Eu, espantada, escutei que me faltava saber vender o tanto de bom que eu fazia pela empresa. Naquele momento, percebi que eu esperava que vissem e reconhecessem meu maravilhoso trabalho, só isso. Até hoje, eu o agradeço e chamo de mentor, embora não tenha feito nenhum curso de vendas. Como isso já aconteceu há muito tempo, ele falou em "vendas", mas, na verdade, o que ele queria dizer era que eu não estava sabendo comunicar adequadamente as qualidades que eu tinha e o valor do meu trabalho. Confesso que eu saí desse “modo reclamação” com um pouco de sorte, aquela que a gente diz que é o encontro da oportunidade com o talento. Mas nunca mais deixei de pensar no que aquele diretor tinha dito. A minha virada aconteceu porque me ofereceram uma posição onde as minhas habilidades e a minha experiência eram totalmente compatíveis. Além disso, o grupo de interlocutores que eu teria era totalmente novo e realmente precisava, não apenas da parte técnica, quanto das minhas competências relacionais. A partir daí, fui criando uma nova forma de me comunicar, o que me trouxe muitos ganhos até hoje. Comunicação e marca pessoal Nosso comportamento e nossas atitudes deixam rastro por onde passamos. As pessoas com quem convivemos, proximamente ou não, criam uma imagem a nosso respeito a partir do que comunicamos, do que conseguem ver ou entender que somos, e essa é a nossa marca pessoal. Como está na cabeça dos outros, o que podemos fazer é desenvolver-nos para que essa imagem formada seja a que fale do melhor que temos a oferecer. Pra começar, três pontos que você deve considerar para estabelecer uma marca de valor, sendo então conhecido e reconhecido: Consistência Para ser conhecido, e quero dizer ser conhecido pelo que tem de bom, é preciso ter consistência na sua comunicação. Você faz o que fala? Seu discurso e sua prática são os mesmos? Você precisa se conhecer e saber o que entrega de melhor em cada lugar em que está. Faz parte também entender o que você não faz tão bem, as suas limitações. Amanhã, você pode desenvolver muitas habilidades, mas, se prometer hoje o que não tem, sua credibilidade desaparece em dois minutos. Clareza Você quer ser reconhecido pelo quê? Quais são seus objetivos? Você precisa saber o que quer e comunicá-lo de maneira clara. Já passou o tempo de ter vergonha de mostrar o que sabe fazer, de dizer que quer uma promoção, de timidez na hora de oferecer um serviço. Você deve encontrar a forma que melhor expresse a sua oferta, de maneira que interesse a quem você estiver em contato. Também precisa fazer isso no momento certo. Algo como, mostrar como você pode ajudar a quem precisa ou deseja esse serviço, no momento em que aquilo que estiver sendo necessário. Comunicação clara! Constância Além de demonstrar clareza e consistência, o que você é e faz de melhor deve aparecer constantemente para criar confiabilidade. Suas ações evoluem, mas a base de tudo, os valores que lhe sustentam, devem estar sempre presentes para que a imagem que formam de você seja sólida. Ainda que a imprevisibilidade pareça interessante, até faça a vida divertida de vez em quando, e nos ensine a lidar com a mudança, perceba que as pessoas em quem você confia são aquelas das quais sabe o que esperar. Portanto, seja você mesmo, coerente e consistente com seus princípios e comunique isso regularmente! O que fazer para ser conhecido? Aí vem a prova de fogo. Você precisa se expor e de maneira que lhe favoreça! Então lhe desafio a pensar. Se tudo viesse dando certo, provavelmente você não estaria lendo esse texto. Se algo está falhando e você tem as reclamações de que falei no início, então pare! É hora de olhar pra si e entender o que está fazendo de mais ou de menos. Que comportamentos lhe estão ajudando e quais estão atrapalhando? Como você é conhecido? Por quais características? Pelo bonito ou pelo feio que você faz? Ou será que o que está acontecendo é justamente porque você não se dá a conhecer? Será que, como eu fazia, você se dedica, dá o seu melhor, mas está escondido atrás da tela do computador, esperando que lhe vejam e reconheçam? Bem, a notícia que tenho para você é que, se isso já não funcionava há quase duas décadas, agora é que não vai dar certo mesmo! Sabe por quê? Porque a vida digital permite que todos se mostrem. Se você não fizer o mesmo, não será visto. E quem não é visto não existe, simples assim. Então recapitulando: hora de analisar quem você é, explorar o seu potencial, e tratar de comunicar bem tudo aquilo que você pode contribuir, os resultados que já alcançou e os que pode alcançar. Trace uma estratégia de visibilidade para os meios que forem relevantes para você, ou para o seu negócio, se você for autônomo ou empreendedor. Implemente a sua estratégia e acompanhe os resultados. Se for preciso, ajuste. E para ser reconhecido? Ser reconhecido tem a ver com a reputação que você cria e leva algum tempo para isso. Mas lembra que falei de consistência e constância? As pessoas precisam lhe ver, entender no que você pode colaborar, que resultados você pode ajudar a conseguir e passar a confiar em você. Quando você conquista a confiança daqueles com quem trabalha, pares, equipes, gestores, clientes, você passa a ser reconhecido pelo que tem a oferecer. Não deixe de buscar ajuda se sentir que avança lentamente neste processo ou em alguns momentos não sabe exatamente o que fazer. Todo mundo passa por isso e a atitude mais inteligente é procurar por quem sabe mais em determinado campo. Tudo isso dá trabalho, leva tempo, mas é o caminho para você chegar onde quer, ser escolhido para as oportunidades que lhe interessam!
  • Escolhendo a bolsa ideal para o dia a dia

    Quantas bolsas você tem? E quantas você, de fato, usa? Além dos calçados, as bolsas costumam estar entre os objetos de desejo das mulheres, mas algo tem me chamado a atenção quando visito o guarda-roupa das minhas clientes: a grande quantidade de bolsas sem uso e armazenadas de modo incorreto. O resultado são peças com aparência muito mais velha do que de fato são, pois ficam amassadas e o material torna-se desgastado. Por isso, sou incansável em dizer como gosto da proposta do consumo consciente. Ou seja, que tenhamos em nosso guarda-roupa somente peças com frequência de uso que a justifique ocupar aquele espaço todos os dias. No caso das bolsas, um bom começo é pensar que melhor do que ter várias opções “mais ou menos” para o dia a dia é ter duas ou três bolsas de qualidade. Para acertar na escolha, o segredo é investir em cores neutras que combinem com tudo: uma preta, uma off white ou caramelo e uma vermelha ou vinho cumprem o papel excepcionalmente bem.   [caption id="attachment_431" align="aligncenter" width="620"]nnanan Imagens reprodução: Pinterest Store Latina | Carolburgo.com |  Outfitshunter.com | stealthelook.com.br[/caption]   Além da cor e da qualidade, escolher uma bolsa para o dia a dia tem mais alguns macetes interessantes:   ALTURA O ideal é que o modelo seja proporcional à sua altura e ao seu peso. Se você tem até 1,60m de altura, os modelos com até 30cm criam uma harmonia perfeita no seu visual, pois assim não ficam grandes demais a ponto de roubar a atenção do restante do look ou mesmo de você. Por outro lado, para mulheres altas ou mais gordinhas, os modelos muito pequenos tendem a ficar sem graça, sendo melhor dar preferência aos maiores, que ficarão mais equilibrados.   CURVAS Diferente do pensamento anterior, o ideal é que ela seja desproporcional às suas curvas. Mas como assim? Quem tem o corpo mais curvilíneo, vale dar preferência a bolsas mais quadradinhas. Quem tem o corpo com poucas curvas, pode equilibrar o formato com os modelos mais arredondados. Mulheres com quadril volumoso usando bolsas transversais (aquelas que caem na altura do quadril) tendem a criar mais volume para a área. Nesse caso, a dica é optar por modelos com alça curta, levando-as na frente do corpo.   ESTILO As bolsas também ajudam a compor o estilo pessoal. Bolsas mais estruturadas, daquelas que “param em pé” quando colocadas sobre a mesa, são as mais indicadas para quem aposta no estilo mais clássico e elegante. Porém, nem toda bolsa estruturada é clássica! Pode ter elementos em seu design que remetam a outros estilos, e é justamente por esse motivo que sou fã desse tipo de bolsa. Pequena ou grande, normalmente transmite a ideia de um visual mais alinhado com resultados bem diferentes.   MAIS 5 DICAS QUENTINHAS!   _Se você tiver um guarda-roupa com predominância de cores neutras, invista em bolsas coloridas. Elas dão um up poderoso no visual. [caption id="attachment_432" align="aligncenter" width="620"]Crédito imagens: Stylefrizz.com | Bloglovin.com | Stylishwife.com | Guitamoda.com | Thezoereport.com Imagens reprodução: Stylefrizz.com | Bloglovin.com | Stylishwife.com | Guitamoda.com | Thezoereport.com[/caption]   _Dê um toque atual e sofisticado às suas bolsas usando um simples truque de styling: o lenço como acessório. [caption id="attachment_433" align="aligncenter" width="620"]Crédito imagens: Theyallhateus.com | Stealthelook.com.br | Fazhion.co | Mdemulher.abril.com.br Imagens reprodução: Theyallhateus.com | Stealthelook.com.br | Fazhion.co | Mdemulher.abril.com.br[/caption]   _No alto verão 2018, as bolsas de palha sairão da praia em direção aos centros urbanos. Aposte nessa opção como um item fast fashion, dando preferência aos modelos mais estruturados e com formas diferentes daqueles usados na areia. [caption id="attachment_434" align="aligncenter" width="620"]Crédito imagens: Collagevintage.com | Jeanne Damas Imagens reprodução: Collagevintage.com | Jeanne Damas[/caption]   _Se você for adepta do estilo esportivo, aproveite que as mochilas estão em alta. [caption id="attachment_435" align="aligncenter" width="620"]Crédito imagens: Thevivaluxury.com | Stealthelook.com.br | Stealthelook.com.br Imagens reprodução: Thevivaluxury.com | Stealthelook.com.br | Stealthelook.com.br[/caption]   _E como nunca é muito lembrar: bolsa não precisa ser da mesma cor do sapato nem do cinto. O que precisa combinar é o estilo das peças! Quer saber mais sobre o assunto ou sugerir uma nova matéria para a próxima semana? Deixe o seu comentário aqui!
  • Consultoria de imagem pessoal: para quem, por que e quanto?

    [caption id="attachment_418" align="aligncenter" width="620"]Imagem reprodução: blogbonecadeluxo.com.br Imagem: reprodução blogbonecadeluxo.com.br[/caption]   Já não cabem mais nos dedos as vezes em que ouvi dizer que consultoria de imagem é privilégio de pessoas famosas. Mas será que essa é uma verdade? O que exatamente faz um processo de consultoria de imagem? Quem precisa desse trabalho? Quanto se paga por ele? A consultoria de imagem é um processo de autoconhecimento, cujo objetivo é moldar uma imagem autêntica e de credibilidade para que ela expresse a sua essência por meio da forma de se vestir e se comportar, de modo alinhado com os seus objetivos pessoais e profissionais. Gostando ou não, somos todos julgados – homens e mulheres – pela nossa aparência, mesmo que isso aconteça de modo inconsciente e em questões de segundos. Estudos mostram que bastam menos de 3 segundos para que alguém forme uma primeira impressão sobre nós. E essa primeira impressão, muitas vezes, pode contribuir para abrir ou fechar portas no mundo profissional ou pessoal. Importante saber, porém, que ao falar de imagem vamos além da aparência. Há um conjunto de elementos que influenciam na percepção da imagem formada sobre uma pessoa, que podem gerar sensações positivas ou negativas, influenciando a forma como um interlocutor decidirá se comportar e se comunicar em relação ao outro. Estamos falando também de linguagem corporal, expressões faciais, comportamento e postura, paralinguagem, uso do espaço e do tempo, odores. Dessa forma, a consultoria de imagem é uma das ferramentas que podemos usar para gerenciar a nossa marca pessoal, ou seja, a mensagem que eu conto para as pessoas sem nem mesmo precisar falar. Não existe roupa neutra, comportamento neutro ou um rosto que não expresse emoções. Tudo desperta sensações e, por isso, cabe a cada um de nós escolher quais sensações queremos despertar e estar cientes das suas consequências. Quando nos conscientizamos sobre o assunto, fica fácil perceber que não se trata de algo restrito a celebridades! Todos podem se beneficiar de um adequado gerenciamento de sua imagem, fazendo-o de forma a contribuir com os seus objetivos pessoais e profissionais. Tempos atrás atendi uma cliente que se queixava sobre as dificuldades de conquistar mais espaço na empresa onde trabalhava. As pessoas lhe atribuíam menos idade e, por consequência, menos tempo de experiência e confiança em relação ao cargo que ocupava. A partir disso, a sua principal queixa era de que precisava se vestir de forma mais elegante. De fato, concordei que havia de se melhorar a escolha de suas roupas profissionais, mas percebi que não era apenas isso quando ela me contou que trabalhava num hospital e que, na maior parte do seu tempo interagindo com colegas de trabalho e pacientes, ela se vestia com uniforme hospitalar e touca. Ou seja, suas roupas pouco apareciam e o que mais estava influenciando a percepção das pessoas sobre ela era a postura. Trabalhamos adicionalmente algumas orientações relacionadas à linguagem corporal e, tempo depois, soube como havia melhorado a sua imagem. Portanto, a consultoria de imagem envolve análise de biótipo, coloração pessoal, estilo, revitalização do guarda-roupa, personal shopper, montagem de looks, visagismo, mas também precisa estar atenta a essa amplitude de entendimento da palavra imagem para explorá-la sempre que for necessário. Atualmente, é grande a oferta de consultores e consultoras de imagem no mercado. São profissionais de todos os níveis e formações, com mais ou menos tempo de experiência em consultoria, com ou sem bagagem profissional anterior, com diferentes focos e que se aprofundam de formas distintas durante o trabalho. Considerando essas diferenças, o valor de um processo completo pode variar muito, mas geralmente fica entre R$ 1.000,00 e R$ 3.500,00 no mercado de Curitiba, havendo ainda profissionais que praticam valores mais altos. Antes de contratar um profissional, além de comparar preços e os aspectos por trás deles, é interessante observar se o estilo de trabalho está alinhado com os seus objetivos e sentir, num contato mais próximo, se desperta segurança e empatia, já que todo o atendimento envolve questões importantes e muito pessoais.  
  • 5 dicas para evitar as compras por impulso

    [caption id="attachment_409" align="aligncenter" width="620"]Cena do filme Confessions of a Shopaholic Cena do filme Confessions of a Shopaholic[/caption]   "Vou comprar porque eu mereço!" Quem nunca usou essa frase como justificativa para uma comprinha por impulso? Segundo pesquisa realizada em maio desse ano pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), quatro em cada dez brasileiros compram por impulso. Entre os itens que mais instigam esse comportamento, estão roupas, calçados e acessórios em primeiro lugar. Comprar pode proporcionar uma deliciosa sensação de prazer, mas isso é tão imediato e tão inversamente proporcional ao prazer de olhar a conta bancária depois que vale a pena pensar um pouquinho antes de decidir. Para Ana Lidia Coutinho Galvão, coordenadora de economia doméstica da Universidade Federal de Viçosa, seguir o “jogo dos três sins” pode ser uma boa saída para evitar as compras por impulso: eu preciso disso? eu tenho dinheiro? tem que ser agora? A compra está autorizada se a resposta for afirmativa às três perguntas. O jogo é simples e valioso, por isso trago aqui cinco dicas muito práticas e infalíveis que poderão ajudar a responder a primeira questão: eu preciso disso?   1) Compre para quem você é, e não para quem você sonha ser Vamos imaginar que o seu dia a dia é normalmente agitado e requer conforto e agilidade para se locomover de um lugar a outro a pé. O seu ambiente de trabalho é bem informal. Quando sai a lazer, costuma frequentar ambientes mais descontraídos. Você adora sapatos no modelo scarpin, com salto agulha, mas eles não costumam ser uma escolha adequada à sua rotina. Nessa situação, mesmo que você se veja apaixonada pela sua imagem usando um scarpin vermelho, não é recomendado levá-lo para casa. Isso porque, se você continuar colocando esse tipo de calçado na sua sapateira, sempre terá a sensação de que não tem nada para usar, já que as opções disponíveis não combinam com o seu estilo de vida. Se não tiver consciência disso, quando for comprar, a chance de repetir o erro será grande.   2) Visualize a peça que você quer comprar com outras quatro que você já tem Esse exercício é essencial para evitar as compras por impulso e para que você consiga construir um guarda-roupa inteligente: poucas peças e milhares de looks. Se você gostar muito de uma calça, mas não conseguir imaginá-la com pelo menos quatro blusas diferentes que já existam no seu guarda-roupa, em situações diferentes, é melhor abandonar a vontade de comprá-la. Isso porque correrá grande risco de ser uma peça pouco aproveitada, o que é uma péssima ideia em termos de um guarda-roupa inteligente. Portanto, pense sempre em várias possibilidades de combinações para as peças que você já tem e para as novas que irá adquirir.   3) Calcule o custo real de uma peça O custo real de uma peça está diretamente associado à quantidade de vezes que será usada. Peças com qualidade e caimento ruins e peças que são muito modinha podem sobreviver pouco tempo no guarda-roupa e acabar custando mais caro do que se imagina. E são elas que mais encontramos nas promoções! Existe uma matemática muito simples para isso, então vamos imaginar uma situação: você compra uma blusa da moda em liquidação, de R$ 300 por R$ 150, no final de uma estação. Você terá umas dez oportunidades de usá-la antes do verão acabar e, portanto, ela lhe custará R$ 15 por uso. Se você tivesse comprado a mesma blusa no início da estação, provavelmente teria conseguido usá-la 30 vezes, o que lhe custaria R$ 10 por uso. Gosto muito de aplicar essa matemática a peças-chave: vale mais a pena pagar caro por um blazer preto que será peça coringa e importante para vários encontros profissionais do que pagar caro por um vestido de festa que será usado pouquíssimas vezes.   4) Mentalize o seu guarda-roupa em setores: atemporal, fast fashion e acessórios Um guarda-roupa funcional e bem distante das compras impulsivas é formado por 60% de itens atemporais, 30% de acessórios (colares, lenços, pulseiras, prendedores de cabelo, bolsas, cintos e calçados) e 10% de itens fast fashion. Visualizar essa setorização no guarda-roupa torna mais fácil a tarefa de entender se você está ou não precisando colocar algo novo lá dentro e o que colocar. Se você já extrapolou o espaço dos fast fashion, por exemplo, é melhor encerrar as compras na estação e aproveitar o que já tem. Por outro lado, se você ainda não tiver atingido o limite de 30% de acessórios, invista neles. Essa é a forma mais consciente de comprar quando ninguém consegue te segurar!   5) Crie uma lista de compras Comprar roupas é como ir ao supermercado: se não olhar o armário antes e conferir o que é preciso comprar, corre o risco de levar mais do que precisa ou levar itens repetidos ou, ainda, voltar para casa e continuar sentindo falta de algumas coisas. Então, vá sempre às compras com uma lista de prioridades e não deixe para criá-la de última hora. Adote como prática no seu dia a dia: sempre que sentir falta de alguma coisa quando estiver se arrumando, anote na lista. Dessa forma, quando for às compras, terá a certeza de que escolherá algo de que realmente precisa.
  • Personal Branding e Gestão da Imagem Profissional

    Dani Amorim e Karla Giacomet   Acontece com você também? Essa coisa de se sentir preparado para concorrer a um cargo, ter certeza de que é o melhor candidato (experiência, cursos, idiomas, etc.) e mesmo assim acaba não dando certo? Se isso acontece com muita frequência, fique atento. Talvez esteja relacionado com a imagem profissional que você projeta. No atual cenário econômico, com tanta gente concorrendo a cada oportunidade que surge, é fundamental entender quais são seus talentos, suas forças, seus valores e criar uma estratégia para chegar a uma imagem profissional reconhecida e relevante que te ajude a conquistar seus objetivos. Esse pensamento vale para a conquista de um novo emprego e também para a conquista de uma promoção. Estamos falando de marca pessoal. Marca pessoal é o conjunto de características que as pessoas percebem ao entrar em contato com você. É sobre quem você é, o que você faz e com que propósito. Todos nós temos uma marca pessoal, a diferença é que alguns estão atentos a isso e fazem o gerenciamento dela de forma a se projetar com mais qualidade no mercado de trabalho. Não podemos controlar o que as pessoas pensam a nosso respeito, mas temos total condições de gerenciar a nossa imagem. Esse processo de gerenciamento é chamado de Personal Branding, uma ferramenta de posicionamento  com o objetivo de assessorar o profissional a desenvolver e comunicar o que o faz único, a partir da sua essência como pessoa. Com a facilidade de acesso a informações e cursos de capacitação e aprimoramento cada vez mais disponíveis, cresce o nivelamento técnico entre os profissionais. Recrutadores se deparam com currículos potencialmente equivalentes e incluem outros fatores de peso em suas escolhas, provando que, hoje, isolar o papel profissional do pessoal é tarefa praticamente impossível. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de recursos humanos Robert Half, 44% dos recrutadores apontam que aspectos negativos nas redes sociais seriam suficientes para desclassificar um candidato. Isso reforça a ideia de que construímos o nosso posicionamento profissional dentro e fora do ambiente de trabalho, por meio da entrega de resultados de qualidade e do nosso comportamento em geral, seja em pequenas situações cotidianas seja na forma como lidamos com conflitos. O que você está fazendo para desenvolver uma reputação profissional positiva? Quais sensações você desperta nos profissionais que entram em contato com você? Que impressões você está deixando? Você tem uma rede de relacionamento que contribui para o seu fortalecimento profissional? Essas são apenas algumas questões trabalhadas no processo de Personal Branding e que podem fazer a diferença na sua carreira. Antigamente, era um conceito limitado a celebridades e figuras públicas. Hoje, é de fundamental importância para todos os profissionais que desejam se projetar com qualidade, clareza e de forma coerente com os seus objetivos profissionais e pessoais.   Serviço PALESTRA: “Personal Branding e Gestão da Imagem Profissional”, com Dani Amorim e Karla Giacomet Data: 20/09/17 Local: Redhook School – Rua Fernando Amaro, 154, Alto da XV, Curitiba Horário: 8h30 às 10h Mais informações: contato@redhookschool.com ou WhatsApp (41) 98715-4543 Vagas limitadas. CURSO: “Personal Branding e Gestão da Imagem Profissional”, com Dani Amorim e Karla Giacomet Datas: 07 e 14/10/17 Mais informações: https://goo.gl/dMhvd1 Vagas limitadas.
  • Mais conforto, por favor!

    Lembro-me bem do dia em que cheguei na empresa onde trabalhava, alguns anos atrás, preparada para a visita à fábrica de um cliente. Entre as exigências, uma delas era ir de calçado com sola de borracha, totalmente fechado. Como era verão e ainda estávamos longe da era dos flatforms, a única opção que me restava era o tênis de academia. Na época, eu era dona de um estilo tradicional/elegante de modo muito consistente, o que fez com que as pessoas da minha equipe se espantassem ao me verem num visual esportivo. Todos acharam engraçado, inclusive eu, que me sentia estranha naquele calçado totalmente desprovido de elegância. Ao lembrar desse episódio, hoje eu vejo como a moda abriu os meus horizontes e trouxe felicidade aos meus pés! Sou livre de uma antiga dependência por saltos e sapatilhas e adepta de um visual muito mais moderno e confortável, graças à tendência de masculinização do guarda-roupa feminino, que fez a indústria adotar um olhar muito mais atento ao conforto das mulheres e entregar produtos que realmente atendem a essa característica, indo além das clássicas sapatilhas. Para ter elegância, não é preciso subir no salto! As dicas a seguir servem como prova disso e como inspiração para suas próximas composições no ambiente de trabalho. Mas vale lembrar: tudo depende do grau de formalidade da empresa onde você trabalha e da mensagem que você deseja transmitir.   Sapatos flatforms com saia lápis é garantia, quase que automática, de um visual moderno. Para equilibrar o conforto do calçado com a seriedade do ambiente de trabalho, a dica é optar por saias com tecidos mais nobres e compor com camisas ou blusinhas mais soltas. Em ambientes mais informais, entram também as t-shirts. Para as mais baixinhas, o look monocromático é um truque para não achatar a silhueta, especialmente se o cós da saia estiver na altura da cintura. Nas imagens abaixo, temos três tipos de calçados: oxford, loafer e slip on, do menos informal ao mais informal. Os modelos com solado branco imprimem mais esportividade ao visual. [caption id="attachment_380" align="aligncenter" width="620"]Imagens reprodução: whowhatwear.com | iloveecommerce.com | dadyparra.com Imagens reprodução: whowhatwear.com | iloveecommerce.com | dadyparra.com[/caption]   A calça skinny talvez seja a primeira lembrança de quem busca um visual confortável. E aqui a dica é simples: arremate o visual com um blazer para agregar um toque de formalidade. [caption id="attachment_381" align="aligncenter" width="620"]nononno Imagens reprodução: Annabelle Fleur | guitamoda.com[/caption]   Para o verão 2018, as calças skinny vão deixar o seu reinado absoluto para dividir espaço com as calças de caimento mais soltinho, entre elas as retas e clochards. O corte alfaiataria dessas peças, combinado com esses sapatos confortáveis, resultam em visuais muito atuais, com aspecto esportivo e elegante ao mesmo tempo. [caption id="attachment_382" align="aligncenter" width="620"]ono Imagens reprodução: lolobu.com | lalanoleto.com.br | estilorenner.com.br[/caption]   Sem dúvida, se hoje eu fosse novamente convidada para aquela visita à fábrica, teria inúmeras possibilidades de calçados e nenhuma delas seria o tênis de academia! Conseguiria manter a elegância que adoro e, com certeza, a equipe também não ficaria tão espantada com a mudança repentina no visual :)
  • Lançamento do livro Chic Profissional, por Gloria Kalil

    IMG_4214   Na última terça-feira (22), aconteceu, na Livrarias Curitiba, do Shopping Palladium, o lançamento do livro Chic Profissional, de Gloria Kalil. Como fã da escritora, jornalista, empresária e consultora de moda, fui prestigiar! É uma profissional que me inspira muito! Em 30 minutos de bate-papo, ela destacou as expressivas mudanças no mercado de trabalho em relação à postura, comportamento e imagem profissional, que continuam fazendo valer a importância de todos continuarmos atentos à nossa imagem. Segundo Gloria,  poucas coisas mudaram tanto nos últimos anos quanto o ambiente de trabalho. De acordo com o relatório The New Work Order, divulgado pela Foundation for Young Australians, 60% dos jovens estão aprendendo hoje profissões que poderão deixar de existir daqui 20 anos, o que evidencia a grandiosidade da mudança que já começou e continua caminhando em ritmo acelerado. Se o ambiente vive essa evolução, consequentemente, as empresas e os profissionais também estão vivendo algumas mudanças no dia a dia, e uma delas está relacionada à forma de se gerenciar a imagem pessoal na profissão. O que antes era tido como “certo e errado”, hoje lemos como “tudo depende”. Para Gloria Kalil, a moda é muito múltipla para tornar obrigatório alguma coisa, além do que os ambientes se tornaram muito informais. Antigamente, o nível de formalidade entre as empresas, de uma forma geral, era muito maior. Hoje, podemos arriscar dizer que existem muito mais ambientes informais do que formais. Do ponto de vista da imagem profissional, essa mudança altera a forma como definimos o que é estar bem vestido para o ambiente de trabalho. É importante entender que todas as empresas, mesmo as mais informais, têm os seus códigos de vestimenta e de comportamento. Parece um ambiente muito livre, mas não se pode deixar enganar pelo excesso de liberdade. Gloria alerta que, muitas vezes, quanto maior a informalidade de uma empresa, maior o rigor nos processos de seleção. O nivelamento de currículo entre os candidatos faz os recrutadores buscarem outros critérios de avaliação, atribuindo importância dobrada à comunicação não-verbal dos candidatos, tanto no comportamento quanto na aparência, relacionada à capacidade de adequação. Assim como o profissional é escolhido por uma empresa, ele também tem a opção de escolher de quais processos seletivos quer participar, avaliando se ele se enquadra ou não no perfil da instituição. Um homem que preza pela total informalidade na aparência, e não se sente bem vestindo terno e gravata, provavelmente terá dificuldades em aceitar os códigos de uma instituição financeira. Três perguntas ajudam a entender o que é estar bem vestido: para quem? em que tipo de situação? que mensagem eu quero transmitir? Um exemplo muito atual que nos ajuda a entender com clareza essas questões é o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. Adepto a um estilo totalmente básico e esportivo no seu dia a dia profissional, adequa-se perfeitamente a situações que exigem um visual mais formal. [caption id="attachment_370" align="aligncenter" width="620"]non Imagens: 1Facebook CEO Mark Zuckerberg 2AP by Noah Berger 3Reprodução News.Harvard.edu 4Facebook CEO Mark Zuckerberg by Bloomberg 5Getty Images by Paul Marotta 6Getty Images by Justin Sullivan[/caption]   Nas palavras de Gloria Kalil, “tudo tem a sua hora, o seu lugar e a sua propriedade. Chique é ter aparência com conteúdo, e não tem competência que não se beneficie de uma boa aparência”.   Serviço: Livro | "Chic profissional: circulando e trabalhando num mundo conectado" Autora | Gloria Kalil Editora | Paralela Preço | R$ 40,40 (em 25/08/17, na Livrarias Curitiba)
  • As armadilhas da informalidade

    [caption id="attachment_361" align="aligncenter" width="413"]Imagem: reprodução guitamoda.com Imagem: reprodução guitamoda.com[/caption]   Podemos usar tudo o que gostamos, a depender do conhecimento que temos sobre quem somos por dentro, como gostamos de nos ver por fora e como queremos que as pessoas nos vejam em determinadas situações, ou seja, quais os nossos objetivos. Vestir-se no dia a dia pode ser apenas uma obrigação como também mais uma forma de expressar a nossa personalidade e atrair a atenção dos nossos interlocutores para o que temos de melhor: o nosso potencial intelectual. Pensando nisso, é preciso saber que a imagem pessoal é capaz de nos impulsionar ou nos enfraquecer em alguns momentos. Por exemplo: se um profissional concede uma entrevista na televisão e, em seguida, a repercussão de sua exposição fica toda relacionada à sua aparência ou à sua linguagem corporal, é sinal de que a sua apresentação pessoal não foi eficaz, já que as pessoas deveriam mesmo é lembrar e comentar o conteúdo apresentado na entrevista. No ambiente profissional, a melhor função da nossa apresentação pessoal é dar indícios sobre a nossa personalidade e potencializar o nosso discurso (em vez de ofuscá-lo). Atualmente, nota-se um movimento cada vez mais intenso pela informalidade e liberdade de se vestir no mundo corporativo. Sou a favor do movimento, mas vejo que muitos profissionais se autossabotam por acreditar que tudo podem e não enxergar que existem alguns limites importantes. Dependendo do grau de informalidade da empresa, nem tudo o que está na moda ou que gostamos entra. Uma boa forma de começar a entender esses limites é observar como se comportam e se apresentam os profissionais que ocupam cargos de diretoria na empresa onde você trabalha. Se a sua intenção for chegar lá e a sua apresentação pessoal não estiver minimamente condizente com a desses profissionais, pode ser que seu percurso seja mais difícil. Atenção! Isso não significa deixar de ser quem você é para seguir um pensamento desatualizado de que as pessoas não podem revelar suas preferências pessoais no mercado de trabalho. Podem sim, desde que se leve em consideração o posicionamento e a cultura da empresa ou os principais códigos visuais da área onde está inserido. Em resumo, podemos alcançar certas conquistas mais facilmente a partir do momento em que valorizamos o próprio eu e, ao mesmo tempo, compreendemos os valores das outras pessoas com quem iremos interagir. Tudo está relacionado à mensagem que cada um deseja transmitir. Imagem é comunicação. E como toda comunicação tem seus objetivos, consequentemente, a construção da imagem profissional também tem os seus. Entender essa equação é fundamental para não cair nas armadilhas da informalidade.  
  • Cintos: mil e uma utilidades (parte 2)

    Na semana passada, falamos sobre o potencial do cinto como acessório muitas vezes esquecido no guarda-roupa feminino. Além de dar acabamento ao look e decorar o visual, como já vimos, ele também pode ser usado para desenhar a silhueta. E aqui cabem mais três dicas quentíssimas e muito simples pra você praticar:   ALTURA DO CINTO O cinto posicionado bem na altura da cintura faz as pernas parecerem mais longas e, consequentemente, dão a impressão de uma estatura mais alta. Portanto, usar calças, shorts e saias com cós na altura da cintura ajuda a alongar – se esse for o seu objetivo. Já o cinto posicionado sobre o quadril age de forma inversa, tornando o tronco mais longo e aumentando o volume do quadril. Quanto mais grosso o cinto, mais amplia visualmente a área onde está sendo usado.   [caption id="attachment_355" align="aligncenter" width="620"]Imagens reprodução: 1 tudocommoda.com | 2 Olivia Palermo | 3 gabimay.com.br | 4 stylepantry.com Imagens reprodução: 1 tudocommoda.com | 2 Olivia Palermo | 3 gabimay.com.br | 4 stylepantry.com[/caption]   [caption id="attachment_353" align="aligncenter" width="620"]Imagens reprodução: 1 carreirabeauty.com | 2 chic.uol.com.br | 4 lovika.com Michael Kors | 5 steal the look Imagens reprodução: 1 carreirabeauty.com | 2 chic.uol.com.br | 4 lovika.com Michael Kors | 5 steal the look[/caption]   LARGURA DO CINTO Para alcançar um visual mais equilibrado, prefira cintos com uma largura proporcional à sua silhueta. Ou seja, um cinto com 8 cm de largura ou mais num corpo pequeno pode ficar desproporcional, da mesma forma que um cinto de 1 cm num corpo grande. A largura mais democrática: de 3 a 6 cm.   [caption id="attachment_348" align="aligncenter" width="492"]imagem Imagem: reprodução modaplussize.org[/caption]   CINTURA “FALSA” “Não uso cinto porque não tenho cintura”. Se você tiver esse pensamento, vou contar um segredo libertador: os cintos ajudam a criar cintura! O truque é posicioná-lo na altura exata da sua cintura e combinar com peças que ajudem a criar algum volume na parte de baixo do seu corpo (saia rodada, calça com pregas ou bolsos volumosos). Se usar com tudo muito justo não irá funcionar. Blusas transpassadas também ajudam na missão de criar uma cintura falsa no corpo reto, possibilitando aí o uso de um cinto mais largo no quadril.   [caption id="attachment_357" align="aligncenter" width="620"]Imagens reprodução: 1 e 3 gabimay.com.br | 2 pinterest | 4 Olivia Palermo Imagens reprodução: 1 e 3 gabimay.com.br | 2 pinterest | 4 Olivia Palermo[/caption]   Com tantas dicas, fica injusto restringir o potencial do cinto aos passantes da calça, não acha?! Quer saber mais sobre algum assunto? Deixe seu comentário aqui que irei adorar esclarecer ;)  
  • Cintos: mil e uma utilidades (parte 1)

    O cinto é um antigo acessório do vestuário, datado de aproximadamente 3.300 a.C. Provavelmente, também seja o acessório mais versátil do guarda-roupa. Um rápido olhar ao longo da história e também pelos dias atuais nos permite identificar a sua presença em contextos completamente diferentes e com funções bem distintas. Exemplos? Eles são utilizados para deixar as mãos dos militares livres ao carregarem suas armas, eram usados para elevar o peitoral dos militares do século XIX como sinal de imponência, ajudam a segurar as calças, indicam níveis de habilidades em artes marciais e também auxiliam a enfeitar o visual. No universo fashion feminino, essa lista de funções cresce ainda mais e vai além de simplesmente enfeitar o visual. A partir de hoje, quero convidar você a olhar esse acessório abandonado com três objetivos: dar acabamento ao look, decorar o visual e definir a silhueta.   DAR ACABAMENTO AO LOOK Sabe quando você coloca uma roupa e parece que está faltando alguma coisa? Comece a reparar: essa coisa são os acessórios, e o cinto pode ser um deles. Cintos com fivelas neutras e discretas são grandes parceiros nessa tarefa de dar um toque final ao look e ainda permitem tranquilamente o uso de um colar que chame atenção. Por outro lado, cintos com fivelas grandes e chamativas costumam “brigar” com os colares, principalmente se forem compridos. Costumo dizer que não basta ter a peça certa, é preciso saber usar. E o saber usar é um treino que acontece sempre que colocamos uma roupa no corpo: nada de “colocou e pronto”. Teste as possibilidades de arrumação: por dentro da calça, por fora da calça, metade pra dentro e metade pra fora, amarrada e sem amarrar, fechada e aberta, com cinto e sem cinto. Enfim, é assim que começamos a multiplicar as opções do guarda-roupa. Só o cinto nos permite várias possibilidades nesse sentido. Veja só:   Cinto usado com lenço e echarpe: [caption id="attachment_324" align="aligncenter" width="620"]texto Imagem 1: Olivia Palermo | Imagem 3: reprodução glamradar.com[/caption]   Cinto com cardigan, por cima e por baixo: [caption id="attachment_325" align="aligncenter" width="620"]texto Imagens: reprodução modaculturamix.com[/caption]   Cinto transformando o vestido: [caption id="attachment_326" align="aligncenter" width="300"]vestido Imagem: reprodução quevestidousar.com[/caption]   Cinto por cima do blazer ou colete: [caption id="attachment_327" align="aligncenter" width="564"]texto Imagem: reprodução womenfashionly.com[/caption]   DECORAR O VISUAL Diferente do que acontece com os homens, a cor do cinto não precisa ser a mesma cor do sapato ou da bolsa. Quando esses itens ficam todos iguais, não tem erro, mas dependendo da combinação geral do look, o resultado pode passar uma imagem mais conservadora (o que também não é errado se esse for o seu objetivo). Se você, gosta de um apelo mais moderno, a dica é combinar os acessórios com o estilo da roupa que estiver usando e escolher o sapato ou o cinto para ser o item de mais destaque. Um truque bom para você se sentir mais segura com as escolhas descombinadas é: tire uma foto do seu look e se observe nele. Quando tudo está em harmonia, o nosso olhar passeia naturalmente da cabeça aos pés, sem travar em algum ponto de informação. É como se ficasse gostoso de olhar! E já que a ideia é decorar, vale lembrar que o estilo também está nos detalhes. Fechar o cinto com um nó em vez de seguir o fechamento tradicional pode agregar mais um ponto ao visual.   [caption id="attachment_341" align="aligncenter" width="620"]Imagem 2: Getty Images/ Agnews | Imagem 3: Helena Lunardelli/ dojeitoh.com.br | Imagem 4: stealthelook.com.br Imagem 2 e 4: Getty Images/ Agnews | Imagem 3: Helena Lunardelli/ dojeitoh.com.br[/caption]   [caption id="attachment_330" align="aligncenter" width="400"]texto Imagem: reprodução melhoramiga.com.br[/caption]   DEFINIR A SILHUETA Além de dar acabamento e decorar, o cinto também pode ajudar a desenhar a silhueta. No entanto, para conseguirmos o efeito desejado, precisamos nos atentar a dois itens importantes e que fazem toda a diferença: a largura do modelo escolhido e a altura/posição no corpo. Como o assunto é extenso, na próxima semana continuarei com mais dicas relacionadas às silhuetas. Continue acompanhando e enviando suas dúvidas por aqui ;)
  • O jogo das proporções: estampas

    Conhecer o próprio corpo facilita as nossas escolhas diante da moda. São inúmeras as ofertas do mercado em relação ao que podemos vestir, mas é fato que nem tudo o que está nas lojas fica bem em mim ou em você. E isso não é novidade! O importante é saber que isso acontece não pelo fato de não termos um corpo com as medidas que gostaríamos, mas simplesmente porque existem cortes, tecidos, modelos, cores e estampas que valorizam mais ou menos determinadas silhuetas. Existem muitos recursos que nos permitem equilibrar a aparência, e gosto de enquadrá-los no que chamo de “jogo das proporções”. Entre os elementos que citei acima, hoje vamos usar as estampas para entender um pouquinho melhor essa história.   FUNDO CLARO X FUNDO ESCURO Estampas com fundo claro aumentam visualmente a área onde estão sendo usadas. Já as estampas com fundo escuro agem como emagrecedoras. estampas fundo claro e escuro baixo fundo claro e escuro cima   LISTRAS HORIZONTAIS X LISTRAS VERTICAIS Sempre ouvimos dizer que listras horizontais aumentam, enquanto listras verticais alongam e diminuem. Verdade? Depende! Quando observamos as imagens abaixo, percebemos que sim, a estampa vertical cria a impressão de um corpo mais longilíneo.   estampas listra vertical e horizontal   Mas, quando observamos as próximas imagens, lembramos rapidamente que, para toda regra, há exceções! E o que talvez nunca tenham lhe contado é que o tamanho das listras influencia muito nessa regrinha. Na imagem seguinte, note como o volume do quadril parece o mesmo ou até menor quando as listras são menores e horizontais.   estampa listra fina e grossa   E na próxima sequência, olha só que interessante: quanto maior a listra, maior parece a área onde está sendo usada. E isso vale para estampas de uma forma geral.   estampas listras verticais Ao escolher roupas listradas, lembre-se que as listras menos espaçadas e com tamanhos irregulares são aquelas que mais cumprem o papel de alongar ou disfarçar!   ESTAMPAS GRANDES X ESTAMPAS PEQUENAS O ideal é que as estampas tenham um tamanho proporcional ao corpo que irá usá-las. Nesse sentido, se você for toda pequenininha, é interessante evitar as estampas muito grandes e espaçadas. Por outro lado, se você tiver uma silhueta maior, talvez seja melhor evitar as estampas muito pequenas. Os grafismos em tamanho médio são os mais democráticos.   Com esses exemplos, tenho certeza de que você já conseguiu entender melhor como pode brincar com o jogo das proporções e conseguir olhar para as inúmeras opções nas araras e filtrar, de cara, aquilo que vai te deixar mais contente com você mesma ao se olhar no espelho. Tem quadril largo e ombros estreitos? Use os truques para aumentar a região do seu tronco e diminuir o quadril. Tem ombros largos e quadril estreito? Use os truques para criar mais volume na sua parte de baixo e diminuir a parte de cima. Agora é só você compreender os seus próprios objetivos e tirar o máximo proveito das dicas para sair ganhando com uma imagem que a faz se sentir mais bonita, segura e autoconfiante.
  • Três dicas para você valorizar o seu vestido preto básico

    Quem nunca ouviu dizer que todo guarda-roupa feminino precisa ter um “pretinho básico”? Ele funciona como uma peça coringa e se adapta facilmente a várias situações! No dia em que a gente acorda sem inspiração para se arrumar, é só colocar o pretinho básico que, sem esforço, estamos prontas. No dia em que temos vários acontecimentos com níveis de formalidade diferentes e não podemos dar uma passadinha em casa antes, ele faz o papel versátil para qualquer ocasião. No dia em que temos um jantar elegante e ficamos com aquele sentimento de "não tenho roupa", mais uma vez ele também pode resolver. De fato, ter um vestido preto no guarda-roupa nos salva de alguns momentos, mas é preciso entender que não existe um modelo único e ideal para todas. Por isso, para que você tenha uma peça realmente coringa e que represente quem você é, aqui vão três dicas quentíssimas: 1_ Em primeiro lugar, escolha um modelo que tenha um bom tecido e um bom caimento no corpo. Isso não significa investir numa peça caríssima, mas sim ter um pouco mais de atenção na hora de escolher e não aceitar qualquer proposta, dando preferência a um modelo que tenha mais qualidade e durabilidade (falei mais sobre tecidos no post da semana anterior!).      2_ Assuma a ideia de que o seu pretinho básico é diferente do pretinho básico da amiga! Cada uma tem o seu estilo pessoal e isso deve ser valorizado. Ou seja, se você tiver um estilo mais romântico, pode optar por um modelo com saia godê; já se você for mais moderna, talvez prefira um modelo com detalhes em couro. Só assim você terá uma peça que será sua parceira para todas as horas. Abaixo, selecionei alguns modelos para exemplificar melhor essa ideia:   [caption id="attachment_288" align="aligncenter" width="205"]Elegante Estilo elegante[/caption]   [caption id="attachment_291" align="aligncenter" width="268"]Estilo moderno | Imagem: reprodução Ali Express Estilo moderno | Imagem: reprodução Ali Express[/caption]   [caption id="attachment_292" align="aligncenter" width="242"]Estilo esportivo | Imagem: reprodução Zkkoo.com Estilo esportivo | Imagem: reprodução Zkkoo.com[/caption]   [caption id="attachment_293" align="aligncenter" width="225"]Estilo tradicional Estilo tradicional[/caption]   [caption id="attachment_294" align="aligncenter" width="189"]Estilo sensual | Imagem: reprodução Zkkoo.com Estilo sensual | Imagem: reprodução Zkkoo.com[/caption]   [caption id="attachment_295" align="aligncenter" width="620"]Estilo romântico | Imagem: reprodução horadediva.com.br Estilo romântico | Imagem: reprodução horadediva.com.br[/caption]   3_ Procure olhar o seu vestido preto muito além de um simples vestidinho! Como? Acrescentando mais informações a ele, como colar, blazer, jaqueta, colete, poncho, cinto e também blusa: por baixo, a segunda-pele que está super alta nesse inverno; e por cima, blusa, camisa e camiseta podem fazer o vestido se transformar em saia! Assim você deixa de ter apenas um vestido e passa a ter vários looks diferentes com a mesma peça-base, como na imagem abaixo:   um vestido vários looks   Com essas dicas e a sua criatividade na hora de se arrumar, o seu pretinho básico, de básico, já não terá nada!
  • A etiqueta que nos incomoda é a mesma que nos agrega

    etiqueta   Imagem pessoal é assunto abrangente. Num primeiro instante, pode parecer algo simples e superficial, mas a complexidade logo vem à tona quando compreendemos a quantidade de elementos capazes de influenciar o que transmitimos às outras pessoas (e a nós mesmos também!). Aparência, linguagem corporal, expressões faciais, comportamento e postura, paralinguagem, uso do espaço e do tempo, odores. Ufa! Essa é uma lista breve dos elementos que compõem a nossa imagem pessoal e cada um deles pode ser explorado em sua profundidade, mas neste momento vamos nos ater à aparência. Pergunte aos seus amigos: quando você conhece ou encontra alguém, em que observa? Fato: a maioria vai dar respostas relacionadas à aparência. Ou seja, difícil negar que os cuidados com a nossa imagem são capazes de nos impulsionar ou enfraquecer na vida pessoal ou profissional. A nossa aparência é formada por códigos visuais que nos ajudam a contar aos outros, sem precisar falar, um pouco sobre quem somos e o que gostamos. Um desses códigos são os tecidos das roupas que usamos. Sabe aquela pessoa que sempre parece estar elegante, mesmo com roupas simples? Tenha certeza de que ela tem um olhar especial para o tecido, costura e acabamento das roupas. Vamos a alguns pontos práticos e bem rápidos. Existem dois tipos principais de tecidos: tecidos de fibras naturais (algodão, linho, lã, seda...) e tecidos de fibras químicas (viscose, modal, poliéster, poliamida, acrílico...). Roupas de fibras naturais são mais caras, pois envolvem um processo de produção que depende diretamente de recursos vindos da natureza. No geral, amassam mais e são mais difíceis de passar. Por outro lado, apresentam toque normalmente mais suave, mantêm o corpo com temperatura mais agradável e imprimem um aspecto mais sofisticado ao visual. Se bem cuidadas, duram por longo tempo, mas exigem atenção especial tanto no processo de lavagem quanto de secagem, o que significa que para a correria dos dias atuais são pouco práticas. Roupas de fibras químicas, em geral, amassam menos (ou não amassam) e secam mais rápido. São mais secas no toque e normalmente têm preço mais acessível. Também são mais resistentes às máquinas de lavar. Para quem não gosta do efeito amassado ao longo do dia, as fibras químicas são boa opção. Já para quem tem problemas com suor excessivo, as fibras químicas sintéticas, especialmente poliéster, retêm o calor do corpo e costumam provocar mau cheiro. Olhar as etiquetas das roupas - aquelas que nos incomodam e ficamos ansiosos por cortar! - é uma atitude pouco comum, mas muito válida. Dependendo das lojas onde você costuma comprar, irá notar que a maioria das peças é feita de fibra química. Esse é o caminho da indústria: aliar preço e praticidade na entrega. É comum também encontrar peças que misturam as fibras sintéticas e naturais na composição. Particularmente, não sou adepta aos tecidos 100% naturais, então sempre observo muito o acabamento das roupas que escolho em tecidos químicos e o quão suaves e bons de transpiração eles parecem. Fico feliz quando descubro que a peça que gostei tem o mix de tecidos. Ah, e no inverno, faz ainda mais sentido olhar as etiquetas, já que as blusas de fibra natural são mais quentinhas e preservam mais tempo sem bolinhas. E tem mais! Malha versus tecidos planos. Fique de olho no seu guarda-roupa: se tiver muitas peças de malha, é interessante começar a dar lugar para outros tipos de tecidos. O motivo? A escolha por tecidos planos causa aquele sentimento (real) de que você está pronta para qualquer ocasião, pois proporcionam uma aparência mais arrumada. Mas se você preza pelo conforto que a malha oferece, também não tem problema nenhum! Na onda do conforto que cada vez mais domina o closet feminino, existem grifes especializadas em confeccionar roupas de malha com corte alfaiataria. Paga-se mais caro, porém, o caimento e o design são impecáveis e é uma forma de manter o estilo em dia com o conforto desejado. Enfim, quando o tema é "aparência", a imagem pessoal é formada por detalhes pequenos e, ao mesmo tempo, super relevantes nas escolhas que fazemos ao nos vestir. Portanto, esteja atento à qualidade do tecido das próximas peças que adquirir. Afinal, é mais um código visual que conecta você com o mundo!
  • Essa moda é pra mim?

    [caption id="attachment_275" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Thassia Naves Imagem: Thassia Naves[/caption]   A cada estação, observamos a moda indo e vindo. Algumas caem mais no gosto popular, outras menos. Algumas ficam nas ruas por muito tempo, outras são efêmeras. Algumas nos apaixonamos, outras estranhamos e não conseguimos usar. A moda é uma ferramenta que ajuda a fazer escolhas para nos vestir e, para usá-la de maneira inteligente, antes é preciso conhecer o nosso estilo pessoal. O estilo pessoal, por sua vez, deve estar fortemente embasado pela nossa personalidade, nosso estilo de vida e nossos objetivos (pessoais e profissionais). Portanto, quanto mais coerência existir entre a forma de nos vestir, o estilo de vida, a personalidade e os objetivos, mais seremos fieis a quem, de fato, somos. Quero dizer que se tornar refém da moda pode significar abrir mão da personalidade. Nem tudo o que surge como tendência merece ganhar espaço no guarda-roupa simplesmente pelo fato de que não nos representa, em especial quando se trata de uma tendência mais impactante. Um exemplo são as botas brancas, que caíram no gosto das fashionistas nesse inverno. Acho super legal, mas, se você não for dona de um estilo moderno e criativo e não tiver uma personalidade marcante, corre o risco de a ousadia não colar e cair no estereótipo de Paquita! Nesse caso, talvez seja melhor deixar a moda de lado! As coisas precisam conversar e se complementar: o seu estilo pessoal, o seu estilo de vida, a sua personalidade, o seu comportamento e a moda. Complexo, porém simples quando temos clareza sobre quem somos e o que queremos. E ainda cabe aqui outro ponto importante que sempre gosto de reforçar: a adequação. Não basta estar de acordo com todos elementos acima se não estiver adequado ao ambiente que iremos frequentar. Um exemplo recente disso foi o caso da âncora de um telejornal, que virou motivo de comentários na internet após aparecer em uma chamada usando um quimono branco de cetim. Apesar de estar na moda e totalmente coerente com o estilo pessoal da apresentadora, a roupa não estava adequada ao ambiente conservador que é a bancada de um telejornal. Logo, causou estranheza no público, que associou a blusa a um roupão e virou meme nas redes sociais. Em outros contextos, o look poderia até passar batido. Como diz Gloria Kalil, “A moda é oferta, o estilo é escolha. Estilo é seu jeito particular de se apresentar e de se relacionar com o mundo. O estilo é formado por escolhas consistentes e coerentes, cujo resultado deve ser um depoimento de como você quer ser visto e tratado”. E aí convido você a uma reflexão: você está sabendo usar a moda a seu favor?
  • Casaco mais comprido que o vestido ou a saia pode?

    [caption id="attachment_260" align="aligncenter" width="375"]Imagem: reprodução Steal The Look Imagem: reprodução Steal The Look[/caption]   Adoro quando as dúvidas chegam e eu posso respondê-las! Na semana passada, recebi a seguinte pergunta de uma leitora: “posso usar um casaco mais comprido do que o vestido ou a saia? Quando isso acontece, tenho medo das pessoas acharem que estou sem nada por baixo do casaco”. A resposta é: sim, pode! Aliás, defendo a ideia de que tudo pode, basta estar alinhado com o seu estilo, adequado com o ambiente e de acordo com a mensagem que você deseja transmitir. Conhecendo essas condições, o primeiríssimo ponto a avaliar é se o comprimento do casaco e do vestido é muito curto para o ambiente onde ele será usado. Mesmo que o look esteja acompanhado por uma meia-calça grossa, no ambiente profissional é mais adequado que as peças fiquem até dois dedos acima do joelho - ou no máximo quatro, dependendo do local e do sapato que estiver usando (salto alto passa a impressão de que as saias ficam mais curtas!). Estando dentro desse limite, não há com o que se preocupar. Em geral, optar por um casaco mais comprido do que a peça de baixo ou do mesmo tamanho deixa o visual com um aspecto mais atual, elegante e harmonioso. Kate Middleton é referência máxima nesse assunto. Com visuais sempre impecáveis, a princesa sempre opta pelo casaco em comprimento maior do que o vestido ou igual. [caption id="attachment_259" align="aligncenter" width="620"]Kate Middleton. Imagens: divulgação Kate Middleton. Imagens: divulgação[/caption]   Quando o vestido ou a saia são mais compridos, o look tende a criar um desiquilíbrio na silhueta, mas basta usar um simples truque de style para equilibrar, dando um toque de estilo todo especial: o casaco jogado sobre os ombros. [caption id="attachment_261" align="aligncenter" width="413"]Imagem: reprodução Mi Aventura Con La Moda Imagem: reprodução Mi Aventura Con La Moda[/caption]   Também temos a combinação entre casaco comprido e vestido longo. É um caminho interessante para as mais ousadas e modernas, que conseguem fazer com que o comprimento das peças não resulte num visual desleixado. Para isso, outro truque de style que torna o look mais harmonioso é marcar a cintura. De qualquer modo, substituir o sobretudo por uma jaqueta ou um blazer nessas situações é sempre mais assertivo. [caption id="attachment_262" align="aligncenter" width="462"]Laura Bailey. Imagem: Getty Imagens | Angelina Jolie. Imagem: Grosby Group Laura Bailey. Imagem: Getty Imagens | Angelina Jolie. Imagem: Grosby Group[/caption]   Tem dúvidas? Deixa seu comentário aqui ou envia um e-mail que eu respondo. Ela pode ser a mesma de outras leitoras que nos acompanham ;)  
  • Adequação: palavra-chave ao fazer escolhas para se vestir

    [caption id="attachment_244" align="aligncenter" width="413"]Imagem: EFE/Osservatore Romano Imagem: EFE/Osservatore Romano[/caption]   Um dos cuidados que nos fazem chamar a atenção positivamente pelos locais onde passamos, seja de forma profissional ou particular, é a adequação. Na última semana, em audiência oficial de Trump com Papa Francisco, o look de Melania e Ivanka Trump atraiu olhares de questionamento: por que visitar o Papa com um visual tão black? Melania e Ivanka, assim como Michelle Obama e outras primeiras-damas, seguiram rigorosamente o código de vestimenta do Vaticano. Portanto, estavam adequadas. O código determina que, em ocasiões mais importantes no Vaticano, as mulheres devem usar vestido preto, sem qualquer decote, com saia abaixo do joelho e ombros cobertos. Na cabeça, mantilha preta. Não devem usar joias chamativas, no máximo um clássico colar de pérolas.   [caption id="attachment_246" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Vatican/Getty Images (reprodução veja.abril.com.br) Imagem: Vatican/Getty Images (reprodução veja.abril.com.br)[/caption]   Também é permitido encontrar oficialmente o Papa vestindo trajes nacionais ou regionais. Entre as cores, é proibido vermelho (reservada aos cardeais) e roxo (cor da penitência). Existe ainda uma exceção para rainhas e princesas católicas, que podem usar o que o código chama de “privilégio do branco”. Ou seja, vestido e mantilha na cor branca.   [caption id="attachment_245" align="aligncenter" width="620"]Imagem: Princesa Charlene, de Mônaco (reprodução Renascença no Ar) Imagem: Princesa Charlene, de Mônaco (reprodução Renascença no Ar)[/caption]   Num fato importante como esse, é normal a roupa chamar a atenção de todos e ganhar importância tão grande na mídia e também nas rodas de conversa entre amigos. Mas aqui chego a um ponto importante que gostaria de destacar: a roupa que escolhemos para usar no dia a dia profissional também deve estar em adequação ao ambiente de trabalho, chamando atenção positiva e capaz de reforçar a nossa credibilidade e competência. Obviamente, os holofotes da mídia não recaem sobre nós, mas é importante termos consciência de que somos alvos dos holofotes das pessoas de nosso convívio, desde o colega de mesa ou chefe até um potencial cliente ou futuro empregador. Ou seja, em proporções infinitamente menores, porém com impacto direto e importante na construção de nossa reputação, somos tão observados e julgados no dia a dia quanto os famosos em suas aparições públicas. Vestir-se com adequação no ambiente profissional significa: _obedecer ao dresscode da empresa quando essas diretrizes existem. Quando a empresa não estabelece um dresscode, uma dica é compreender a cultura e o posicionamento da organização e, de algum modo, traduzir um pouco desse espírito na forma de se vestir, mesclando com o seu estilo pessoal e personalidade; _não cair na armadilha dos sabotadores de imagem: saia curta ou decote que mostre demais, saltos muito altos, acessórios muito chamativos e barulhentos, unhas em cores chamativas ou muito decoradas. Vale para os homens também: gravata muito curta ou muito comprida, barra da calça “sobrando”, roupas puídas, sapatos mal conservados, entre outros; _pensar nas ocasiões especiais que você terá no seu dia e equilibrar o visual para todas elas; _ter clareza dos objetivos profissionais que você deseja atingir e avaliar se a sua imagem está contribuindo para que eles sejam alcançados mais rapidamente. Você está se vestindo de forma adequada? Conte pra mim e também envie suas dúvidas aqui nos comentários!

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